Acerca de mim

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Eu, a Ana, o André e o Carlos começamos a configurar o nosso blogue de Estudo Acompanhado. A turma decidiu o título, o design, as cores e a apresentação do texto. O objectivo é retratar o trabalho desenvolvido na aula de E.A e mostrar a quantidade de sonhos, opiniões e acções levadas a cabo por cada um de nós. Estamos inseridos no PNL e temos por meta a leitura de obras que escolhemos na biblioteca da nossa escola. Até Breve

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Apolo

Apolo (em grego: Ἀπόλλων, transl. Apóllōn, ou Ἀπέλλων, transl. Apellōn) foi uma das divindades principais da mitologia greco-romana, um dos deuses olímpicos. Filho de Zeus e Leto, e irmão gêmeo de Ártemis, possuía muitos atributos e funções, e possivelmente depois de Zeus foi o deus mais influente e venerado de todos os da Antiguidade clássica. As origens de seu mito são obscuras, mas no tempo de Homero já era de grande importância, sendo um dos mais citados na Ilíada. Era descrito como o deus da divina distância, que ameaçava ou protegia deste o alto dos céus, sendo identificado com o sol e a luz da verdade. Fazia os homens conscientes de seus pecados e era o agente de sua purificação; presidia sobre as leis da Religião e sobre as constituições das cidades, era o símbolo da inspiração profética e artística, sendo o patrono do mais famoso oráculo da Antiguidade, o Oráculo de Delfos, e líder das Musas. Era temido pelos outros deuses e somente seu pai e sua mãe podiam contê-lo. Era o deus da morte súbita, das pragas e doenças, mas também o deus da cura e da proteção contra as forças malignas. Além disso era o deus da Beleza, da Perfeição, da Harmonia, do Equilíbrio e da Razão, o iniciador dos jovens no mundo dos adultos, estava ligado à Natureza, às ervas e aos rebanhos, e era protetor dos pastores, marinheiros e arqueiros. Embora tenha tido inúmeros amores, foi infeliz nesse terreno, mas teve vários filhos. Foi representado inúmeras vezes desde a Antiguidade até o presente, geralmente como um homem jovem, nu e imberbe, no auge de seu vigor, às vezes com um manto, um arco e uma aljava de flechas, ou uma lira, e com algum de seus animais simbólicos, como a serpente, o corvo ou o grifo.
Apolo foi identificado sincreticamente com grande número de divindades maiores e menores nos seus vários locais de culto, e sobreviveu veladamente ao longo do florescimento do cristianismo primitivo, que se apropriou de vários de seus atributos para adornar seus próprios personagens sagrados, como Cristo e o arcanjo São Miguel. Entretanto, na Idade Média Apolo foi identificado pelos cristãos muitas vezes com o Demônio. Mas desde a associação de Apolo com o poder profano pelo imperador romano Augusto se originou um poderoso imaginário simbólico de sustentação ideológica do imperialismo das monarquias e da glória pessoal dos reis e príncipes. Seu mito tem sido trabalhado ao longo dos séculos por filósofos, artistas e outros intelectuais para a interpretação e ilustração de uma variedade de aspectos da vida humana, da sociedade e de fenômenos da Natureza, e sua imagem continua presente de uma grande variedade de formas nos dias de hoje.Até mesmo seu culto, depois de um olvido de séculos, foi recentemente ressuscitado por correntes do neopaganismo.

ESTA VIDA NÃO VIVI!

Será que na vida não vive
Quem na vida já viveu
Ou será que terá vida
Quem nesta vida sofreu
Eu que morri e que vivo
Dentro do mundo que passou
Nos versos que não morrerão
Após rasgar a vida
Irão lembrar quem chorou
E esta vida não viveu
Ricardo Sousa nº19 9ºB
Hefesto (vulcano)
  Hefesto ou Hefaísto era um deus da mitologia grega, filho de Hera e Zeus, conhecido como Vulcano na mitologia romana. Era a divindade do fogo, dos metais e da metalurgia, conhecido como o ferreiro divino. Hefesto foi responsável, entre outras obras, pela égide, escudo usado por Zeus em sua batalha contra os titãs. Construiu para si um magnífico e brilhante palácio de bronze, equipado com muitos servos mecânicos. De suas forjas saiu Pandora, primeira mulher mortal.
Casou-se com Afrodite , porém ela lhe foi infiel, tendo vários amantes dentre eles deuses e mortais. O seu principal rival era Ares (chamado de Marte em Roma), deus da guerra. Outra versão do mito conta que Afrodite o amava realmente, e suas traições refletiam as outras faces do amor (i.e. ela lhe queria causar ciúmes, ou tinha desejos passageiros), e uma terceira ainda fala que ele divorciou-se de Afrodite e casou-se com as Cárites (ou a Cárite). Atenas, cidade que dava valor ao artesanato, estimava-o.
Hefesto foi expulso do Monte Olimpo por sua mãe Hera, desgostosa com o rosto do filho que não era um dos mais belos. Após a queda, Hefesto ficou coxo. Condenando-o assim a viver sobre a Terra, onde instalou suas oficinas na ilha de Lemnos. Há outra versão em que Hera o expulsa do Olimpo, e por ter quebrado a perna Hefesto fica preso na Terra por 9 dias e 9 noites, até que seu pai, Zeus, o traz de volta ao Olimpo!
Pedro 9B N18

Cupido deus do amor

Diz a lenda que Cupido teve um grande amor, Psyché, e que se dedicou a unir os corações , por ele próprio ter tido grandes dificuldades em consumá-lo com a sua bela mortal.


Por ciúme da beleza de Psyché, Vénus ordenou a Cupido que fizesse com que a jovem se apaixonasse por um monstro feio. Em vez disso, Cupido enamorou-se de Psyché e colocou-a num palácio, onde a visitava regularmente, apenas com uma condição: por ser mortal, a jovem não podia olhar para Cupido.


Também num ataque de ciúmes, as irmão de Psyché convenceram-na a olhar para ele, e esta, curiosa, fê-lo enquanto Cupido dormia. Mas acordado por uma gota de óleo da lâmpada que caiu no corpo da jovem, ele acordou e castigou-a por o ter desrespeitado.


Sem palácio e sem amante, Psyché procurou Cupido por toda a parte mas só encontrou o templo de Vénus, onde a deusa lhe deu várias tarefas, na promessa de a unir com Cupido.


Psyché cumpriu-as todas com a excepção de uma: numa caixa dada por Vénus, ela deveria guardar alguma da beleza de Perséphone (mulher de Plutão), que se encontrava no mundo dos mortos.


Depois de vários conselhos para não realizar a tarefa e não abrir a caixa, Psyché abriu-a e em vez de entrar a beleza de Perséphone, saiu um sono profundo e mortal que encobriu a jovem.


Quando descobriu o que a sua mãe havia feito, Cupido foi atrás de Psyché, fez uso dos seus poderes e recolocou o «sono mortal» na caixa, trazendo a sua amada de volta à vida, e a quem perdoou.


Comovidos pelas acções e perseverança da jovem, os deuses fizeram dela também uma deusa, para que pudesse passar a eternidade junto do seu amor, Cupido.


A Metáfora

Á semelhança de grande parte dos mitos e lendas que chegam até nós, também esta está carregada de simbolismo. Psyché em grego significa borboleta, e a crusada pela qual a jovem é forçada a passar até se tornar na maos bonita das deusas, representa o percurso da pequena lagarta até se tornar numa borboleta esplendorosa. Em muitas pinturas, Psyché é retratada com grandes asas de borboleta, ao lado de Cupido.


A palavra psyché é também associada à alma. Aqui, o desabrochar da borboleta está ligado à libertação da alma do seu corpo terreno.


miguel silverio lissewski nº16 9ºB
Amor é fogo que arde sem se ver;
É ferida que dói e não se sente;
É um contentamento descontente;
É dor que desatina sem doer.


É um não querer mais que bem querer;
É um andar solitário entre a gente;
É nunca contentar-se de contente;
É um cuidar que se ganha em se perder.


É querer estar preso por vontade
É servir a quem vence o vencedor,
É ter com quem nos mata lealdade.


Mas como causar pode seu favor
Nos corações humanos amizade;
Se tão contrário a si é o mesmo amor?

Pedro 9B N18

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Amor É Fogo Que Arde Sem Se Ver


Amor é fogo que arde sem se ver;
É ferida que dói e não se sente;
É um contentamento descontente;
É dor que desatina sem doer;


É um não querer mais que bem querer;
É solitário andar por entre a gente;
É nunca contentar-se de contente;
É cuidar que se ganha em se perder;



É querer estar preso por vontade;
É servir a quem vence, o vencedor;
É ter com quem nos mata lealdade.



Mas como causar pode seu favor
Nos corações humanos amizade,
Se tão contrário a si é o mesmo Amor?


Luís Vaz de Camões

ass:  julio  nº14   9ºb

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

O Amor


O Amor


O amor, quando se revela,
Não se sabe revelar.
Sabe bem olhar p'ra ela,
Mas não lhe sabe falar.

Quem quer dizer o que sente
Não sabe o que há de *dizer.
Fala: parece que mente
Cala: parece esquecer

Ah, mas se ela adivinhasse,
Se pudesse ouvir o olhar,
E se um olhar lhe bastasse
Pr'a saber que a estão a amar!

Mas quem sente muito, cala;
Quem quer dizer quanto sente
                                                        Fica sem alma nem fala,
                                                        Fica só, inteiramente!

                                                        Mas se isto puder contar-lhe
                                                        O que não lhe ouso contar,
                                                        Já não terei que falar-lhe
                                                        Porque lhe estou a falar..

Tiago Carvalho nº22 9ºb

carta de amor

Querido (nome),

Ao pensar na sorte de ter-te encontrado, sinto que tudo ficou diferente na minha vida. Espero que este ano possamos estar muito mais tempo próximos, até comemorar o aniversário do nosso namoro. Está a chegar o dia de completar um ano que estamos juntos.
Deus colocou-te na minha vida, e tu vieste para acabar com a indisfarçável carência que me acompanhava até então. A partir desse dia eu realmente transformei-me numa pessoa alegre e feliz que não sente mais nenhum complexo. Hoje sou comunicativa e jovial, diferente daquela chata e mau humorada daquele tempo.
Agora sou feliz porque quero-te e junto de ti sinto-me completamente realizada. Amo-te, tanto que esse amor fez de mim a mulher que agora conhece a verdadeira felicidade. Tu foste o responsável por essa transformação, e não canso de dizer que és a pessoa gentil, que correspondeu completamente ao meu amor.
Estou a sentir toda a alegria que a tua presença trouxe à minha vida. Espero poder estar sempre contigo. Sonho celebrar a existência do nosso amor, e de toda felicidade que tu me proporcionas. Querido, quero agora estar sempre juntinho de ti, trocando beijos e abraços, na mais íntima felicidade que, juro, também sempre foi o meu sonho.

(carlos gonçalves N5 9B)

carta de amor

Querida (nome),

Hoje cedo ao abrir pela primeira vez os olhos, já pensei em ti sem ter sonhado contigo. Despertei tendo em mente só pensamentos que lembram a tua figura maravilhosa. Os teus olhos serenos, o teu corpo deslumbrante, e os teus lábios carnudos e perfumados.
A nossa relação que hoje está ainda mais firme no meu peito, não precisa de outros argumentos, pois a tua imagem maravilhosa não sai do meu pensamento. Penso na tua ginga, e na tua postura de deusa. Penso também que há no teu coração algo muito forte que sentes por mim.
Sei que tu, como eu, não queres que aconteça nada que possa esfriar esta paixão que está a arder como uma fogueira de Santo António, e só desperta lembranças de boas emoções, momentos tórridos de um amor arrebatador, que nunca vai arrefecer.
Ainda é possível aumentar todas as horas felizes que vivemos com muita paixão. Sei que tu, como eu, queres o romance sempre aceso. Não esperas que aconteça nada que possa enfraquecer os alicerces do nosso amor. Afinal, nosso namoro não é uma coisa banal.
Só para reavivar a memória escrevi esta cartinha que espero, vai aquecer ainda mais todos os nossos momentos.

Muitos beijos,
(Miguel lissewski N16 9B)

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Conto Popular

As Irmãs Gágás


     Uma mãe tinha três filhas e todas eram tatas. Para fazer que elas não perdessem casamento, disse-lhes:
- Meninas, é preciso estarem sempre caladas quando vier aqui a casa algum rapaz. Doutro modo, nada feito!
     De uma vez, trouxe-lhes um noivo para ver se gostava de alguma delas, e tinha-se esquecido de repetir a recomendação às filhas. Estavam, pois, elas na presença do noivo, que ainda não tinha dado sinal para quem ia a sua simpatia, quando uma delas sentiu chiar o lume. E logo disse muito lampeira:
- Ó mãe, o tutalinho fede (isto é: «O pucarinho ferve»)!
    Diz dali a outra irmã:
- Tira-le o této e mete-le a tolé (isto é: «Tira-lhe o testo e mete-lhe a colher»).
   A última, zangada por ver que as irmãs não obedeciam à habitual recomendação da mãe, exclamou:
- A mãe não di que não falará tu? Pois agora não tasará tu (isto é: «A mãe não disse que não falarás tu?  Pois agora não casarás tu)!
     O noivo, assim que viu que todas elas eram tatibitate, desatou a rir e fugiu pela porta fora.

«Contos Populares Portugueses» - Antologia organizada por Viale Moutinho


                                                                                                                    João Maia 9ºB Nº13



Dia dos Namorados

Seus Olhos

Seus olhos ... se eu sei pintar
O que os meus olhos cegou ...
Não tinham luz de brilhar.
Era chama de queimar;
E o fogo que a ateou
Vivaz, eterno, divino,
Como facho do Destino.

Divino eterno!... e suave
Ao mesmo tempo: mas grave
E de tão fatal poder,
que, num só momento que a vi,
Queimar toda alma senti...
Nem ficou mais de meu ser,
Senão a cinza em que ardi.


            Almeida Garrett


                                    João Maia 9ºB Nº13

domingo, 13 de fevereiro de 2011

O dia dos namorados
O amor


O amor, quando se revela,
Não se sabe revelar.
Sabe bem olhar p'ra ela,
Mas não lhe sabe falar.

Quem quer dizer o que sente
Não sabe o que há de *dizer.
Fala: parece que mente
Cala: parece esquecer

Ah, mas se ela adivinhasse,
Se pudesse ouvir o olhar,
E se um olhar lhe bastasse
Pr'a saber que a estão a amar!

Mas quem sente muito, cala;
Quem quer dizer quanto sente
Fica sem alma nem fala,
Fica só, inteiramente!

Mas se isto puder contar-lhe
O que não lhe ouso contar,
Já não terei que falar-lhe
Porque lhe estou a falar..

Fernando Pessoa.

Rita Castro nº2

E o vento sopra...
Uma brisa suave e leve,
que despenteia os seus cabelos
Enquando assim escreve


Escreve pela saudade
E pela distância que os separa
Escreve pelo amor que sente
E que um dia começara


As linhas vão surgindo
Reflectem carinho e amor
E sentada na relva fresca
Sente a brisa recheada de calor


Mas nada do que escreve,
se torna suficiente
para expressar o que lhe vai na alma
e o que sente realmente.


E a carta já vai longa,
expressa todo o amor sentido,
E termina com esta última frase:
Espero-te sempre, amo-te meu querido.


Blogue "Sonhos Verdes às Riscas"      
                                                                                                                  
Diana Martins, nº 10.

O dia dos namorados
O amor

Sozinho, meu pensamento focaliza em alguém. Deixo-o livre, e de repente meu coração aperta. Mas não estou triste, pelo contrário, deixo escapar um sorriso. Comer não me parece tão importante, agora sinto-me alimentado por outra coisa. Acordo sempre com os mesmos pensamentos, e os mesmos me impulsionam a ter um grande dia. Quando te vejo sinto coisas estranhas, mas boas. Quando falo contigo a minha cabeça pensa direito, mas as minhas palavras saem embaralhadas, e minhas mãos ficam suando. Meu pensamento focaliza alguém, esse alguém és tu. É, estou a amar.

Bob Marley.
Joana Barbosa, nº25 .

Os versos que te fiz


 Deixa dizer-te os lindos versos raros
Que a minha boca tem pra te dizer!
São talhados em mármore de Paros
Cinzelados por mim pra te oferecer.
 
Têm dolência de veludos caros,
São como sedas pálidas a arder...
Deixa dizer-te os lindos versos raros
Que foram feitos pra te endoidecer!
 
Mas, meu Amor, eu não tos digo ainda...
Que a boca da mulher é sempre linda
Se dentro guarda um verso que não diz!
 
Amo-te tanto! E nunca te beijei...
E nesse beijo, Amor, que eu te não dei
Guardo os versos mais lindos que te fiz!
 
Florbela Espanca
Cláudia Gandra, nº7, 9ºB

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Dia dos Namorados
 O amor

Sussurros de amor!

Entre manhas sonolentas
Nas quimeras da inquietude
Dispo-te a ti amor e olho-te
Olho para ti e pergunto-me
Quem és amor? Quem és tu?
Que me deixaste sem folgo
Sem trono, sem direção, perdida...
Olho aquele casal de beija-for
Juntos na sua jornada, delicados
Como tu oh! Meu Amor, como tu!
Reparo na imensidão da aurora
Vejo o imponente Sol, raiar
Respiro o ar que a brisa trás
Fresco, aromático e único...
Flor de lís, flor de orquídea
Que logo vais desabrochar
Olho vendo aquele casal
Caminhando de mão dada
Unidos pelo amor infinito
E fico a meditar sobre ti
Entre sorrisos e pura alegria
Abraças-me e dás-me uma rosa
Vermelha, aveludada e delicada
Tão perfumada, bela e sem espinhos
Como o amor que sinto por ti
Aquele amor que eu, desconheço
Vai para além da razão e da emoção
E logo me aconchego na tua metade
Aquela que faz despertar um vulcão
Uma tempestade e trazendo a calmaria
Entre sussurros de felicidade
Na penumbra do nosso quarto
Eu quero saber quem és tu? Amor...


Ana Bicho ; Nº1 ; 9B